Com você

Espero que o fim da tarde venha com você…

(Acústicos e Valvulados)

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* Esse é o meu Porto Alegre. Morro Santa Tereza.
Pedacinho da cidade. Imensidão do Guaíba.

FÉRIAS!

Enfim! Só mais dois dias de aula, mas trabalhos entregues e tudo resolvido! A imagem do meu Porto Alegre não podia ser outra… mais uma vez a querida Encol, hoje com a Paula.

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Vento no litoral

Porto Alegre está virada em vento. Enquanto subia o morro-nosso-de-cada-dia pensava no assunto e lembrei da música da Legião Urbana. Clásico triste de cortar os pulsos. Fica aqui a imagem do fim da tarde de terça-feira, marcado, é claro, pela ventania.

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* Óbvio que não cumpri a promessa de postar uma foto por dia para a série Meu Porto Alegre. Ok, vou tentar atualizar pelo menos umas duas ou três vezes por semana.

** Minha cabeça faz relações medonhas: Porto Alegre, trabalho, morro, vento, música, Vento no Litoral.

*** Já que citei a música, um pedacinho:

Agimos certo sem querer
Foi só o tempo que errou
Vai ser difícil sem você
Porque você esta comigo
O tempo todo

Querendo saudade

Até que ponto o amor se salva em uma relação? O amor-próprio ajuda ou atrapalha? Onde entra o orgulho? Até onde a gente deve se permitir?
Cheia de dúvidas e sentimentos contraditórios. Com medo de agir e me arrepender depois. Com medo de esperar e terminar frustrada.
Nada como uma semana longe. Que o tempo indique o caminho. E acalme o meu coração que tá cansado…

Meu Porto Alegre

Começo hoje no blog uma série de fotos. A cada dia, vou mostrar um pouquinho do meu Porto Alegre através de imagens de celular. Vai ser um recorte da minha rotina.

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A primeira imagem é pré fim de semana. Foto na praça da Encol, bairro Petrópolis. Fui curtir o solzinho de inverno, tomar chimarrão e ler um pouco.

Lutar pelo que é meu

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ESSA É A MINHA DIRETORA

Jornalista diplomado aprende o quê?

Por Mágda Rodrigues da Cunha* (artigo publicado em Zero Hora desta terça-feira, dia 23)

Muitos são os debates desde o dia 17 de junho, quando o STF decidiu pela extinção da obrigatoriedade do diploma para exercício da profissão de jornalista. Fala-se em retrocesso histórico, manutenção de qualidade de parte das empresas, garantia da liberdade de expressão prevista na Constituição, comparação com outras categorias profissionais e até com arte e literatura.

Mas quem estuda para ser jornalista aprende o quê? E este é um foco pouco iluminado até agora e que é papel das instituições de Ensino Superior esclarecer. Neste texto, falamos do lugar do ensino de Jornalismo, que existe há aproximadamente 60 anos no Brasil, quando o diploma sequer era obrigatório.E o que o jornalista aprende desde então? Arte, produção de informação desqualificada, repressão à liberdade de expressão? Certamente não, mesmo que muitas declarações levem a esse entendimento.

O jornalismo é, talvez, a mais multidisciplinar das carreiras, pois, para transformar os fatos em narrativas jornalísticas, é preciso conhecer a realidade, sua construção, contexto e as formas de melhor apurar o fato, investigá-lo e difundi-lo. O jornalista aprende a ser o guardião da narração eticamente correta. O principal produto do jornalismo contemporâneo, a notícia, não é ficção. Os acontecimentos ou personagens das notícias não são invenção dos jornalistas. Como aponta a própria campanha de “45 anos de Zero Hora”, o jornal não publica nenhuma notícia, a menos que ela aconteça.

Um jornalista aprende português, filosofia, história, legislação, sociologia, entre outras disciplinas. O que não quer dizer que indivíduos com a formação nessas áreas possam narrar os acontecimentos. Um jornalista aprende técnicas específicas de sua profissão, como reportagem, edição, linguagens para as diferentes mídias, estudos de recepção, formas adequadas de tratar um acontecimento, considerando princípios éticos. Jornalismo não oferece risco de vida?

Imagine-se as consequências para qualquer indivíduo que tenha acontecimentos mal apurados e amplamente divulgados na mídia a respeito de sua vida. E que condições emocionais tem um soldado de narrar os fatos por seu blog, diretamente de uma guerra? Pode um torcedor narrar o jogo de seu próprio time e garantir alguma imparcialidade?

Em plena sociedade da informação, é impossível falar em restrição à liberdade de expressão. A telefonia celular e a internet já estabelecem novas relações entre os cidadãos e o poder. Cada um é capaz de contar a sua história, mas não o fato sob suas muitas dimensões. Isto é função do jornalista. Nessa mesma sociedade, precisamos de garantias legais e regulação para que estejam bem formados aqueles que vão fazer a mediação em meio a tanto conteúdo.

Aqueles que vão garantir credibilidade aos fatos que nos chegam das mais diversas frentes. Os soldados e torcedores não desejam narrar os fatos jornalisticamente. Desejam apenas, como apontam as pesquisas, usufruir da liberdade de expressão que as modernas tecnologias oferecem. O jornalista aprende na universidade exatamente sobre qual é o seu lugar dentro da narração de um fato.

* Jornalista, diretora da Faculdade de Comunicação Social (Famecos), da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)

Momento descarrega

- Tenho um dos piores defeitos do mundo: ansiedade. Fico me remoendo por respostas. Não sei esperar. Sou um ser sem nenhuma paciência.
Minha vida está um turbilhão. É fim de semestre (do penúltimo semestre de uma faculdade que não é reconhecida, afinal, qualquer um pode ser jornalista – ok, assunto para outro post). É a rotina hard news. É o coração agitado.
PRECISO me acalmar. Senão, vou enlouquecer. Pior ainda, enlouquecer todos ao meu redor. #surtadapordemais

- É tão engraçado encontrar na vida pessoas diferentes da gente. A tarefa de “se colocar no lugar do outro” fica ainda mais interessante (intrigante, por vezes). #dordecotovelototal

- A frase “não sei como lidar com isso” está me atormentando.
Eu também não sei lidar com certas coisas. Uma delas, por exemplo, a tua falta. #drama.com

Não sai da cabeça

Música que já ouvi 349 vezes nos últimos dias. Não gosto de vídeos toscos como o abaixo do Youtube, mas precisava ser essa versão do clássico que ficou famoso pelo Bee Gees.

Sim, é pra ti.

How deep is your love
I really need to learn
Cause we’re living in a world of fools
breaking us down
when they all should let us be
we belong to you and me

Al lado del camino

“no olvides que el perdón es lo divino
y errar a veces suele ser humano”

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PEQUENO PROJETO DE JORNALISTA

Espaço para opiniões e reflexões. Seja bem-vindo ao meu infinito particular!

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