Grávida

Motherhood

Desde o início da minha gravidez uma das coisas que eu mais gosto de fazer é ler sobre o assunto. Bebês, parto, exames, saúde, enfim, tudo entrou na minha lista de “favoritos” no computador.
Milhares de sites abordam os temas gestação e filhos, mas é nos blogs que eu me identifico. Encontro pessoas reais que vivem o mesmo momento que eu e o Fábio. Mães neuróticas, pais assustados. Todos tentando entender melhor o que acontece na barriga que cresce a cada dia e se preparando para a chegada do ser misterioso que ali mora.

Algumas sugestões:

Sopa de Pai

Mamãe tá ocupada!

Mamãe Polvo

Potencial Gestante

Meu Filho

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Família

Saudade

Já coloquei essa música aqui no blog, mas no dia de hoje acordei com ela na cabeça. Além disso, é a trilha ideal para o dia. Feliz dia dos Pais, meu pai.

“Agora eu era o herói
E o meu cavalo só falava inglês
A noiva do cowboy
Era você além das outras três
Eu enfrentava os batalhões
Os alemães e seus canhões
Guardava o meu bodoque
E ensaiava o rock para as matinês

(…)

Agora era fatal
Que o faz-de-conta terminasse assim
Pra lá deste quintal
Era uma noite que não tem mais fim
Pois você sumiu no mundo sem me avisar
E agora eu era um louco a perguntar
O que é que a vida vai fazer de mim?”

Eu por eu mesma, Família

Casa

Voltar para casa é um processo inverso. Parece regressão.
Retorna ao lar dos pais quem se separa. Quem vê os planos irem por água abaixo. Quem fica sem grana.
Uma pessoa feliz e bem sucedida não costuma morar com o papai e a mamãe uma vez que deu primeiro passo na construção da sua independência.
Pois eu voltei para casa. É algo temporário, mas aqui estou.
Minha mãe diz que eu me comporto como se estivesse em um hotel. E sabe… é assim que eu me sinto. Hóspede dos meus pais.
Na verdade eles já não entendem que eu tenho o meu tempo de fazer as coisas. Gosto de deixar a louça na pia até não ter mais espaço. Gosto de recolher os copos quando eles somam mais de 5 pela sala. Gosto de andar de pé descalço. Gosto de dormir depois da 1 da madrugada. Gosto de ficar na cama o máximo possível de manhã (quando possível extendo meu soninho até a tarde). Gosto de almoçar de tardezinha. Gosto de deixar a cama desorganizada. Gosto de ficar de pijama.
É meu jeito, são minhas manias. Talvez um dia mude.
Não significa que sou bagunceira. Pelo contrário. Sou extremamente sistemática. Mesmo que de uma forma um tanto contrária.
Embora seja complicado voltar para casa… já estou aqui. Vão ser dois meses de aprendizado. Para mim e para eles.
Já comecei a fazer meu espaço de novo. Limpa uma gaveta aqui. Empurra algumas coisas do armário para lá.
E vamos ver no que isso vai dar. Lulu santos já dizia: “Pode ser que o barco vire, também pode ser que não”.

“Mas sempre tinha
A cama pronta
E rango no fogão…
Luz acesa
Me espera no portão
Prá você ver
Que eu tô voltando pra casa
Me vê!
Que eu tô voltando pra casa
Outra vez…”

Casa – Lulu Santos

AMO!

Pro meu pai, minha mãe,…

Aiiii! Amanhã minha turma vai tirar as fotos para o convite da formatura. Todos de toga, bonitinhos! QUE NERVOSO!
Porém, o que me deixa mais agoniada é o depoimento de 20 segundos que temos que gravar. Agradecimentos. Oi?! Só 20 segundos para agradecimentos?! Como assim????
Minha listinha é grande… e de gente importante. Vou ter que jogar todos os nomes de maneira frenética para não deixar ninguém para trás.

Pai… o mais coruja que alguém podia ter. O que me disse para não fazer jornalismo e que agora se derrete todo com uma boa pauta.
Mãe… a que amenizou as dificuldades, acalmou o pai nervoso com a bebê grande da casa morando longe.
Caio e Rafa… os pequenos que me deram energia e me encheram de saudade.
Vô Adão e Vó Ica… sempre preocupados!
Vó Tila… sempre cobrando visitas da neta furacão.
Kitty e tio Adonis… os que me deram um primeiro lar na “cidade grande” e sempre me incentivaram.
Tia Bi… me deu o melhor presente que podia receber, o pequeno Arthur, meu afilhado. Manteve-me calma com nossos almoços e passeios no centro. Manteve-me no chão, sempre.
Primo Fi e Yke… os que me carregam pra cima e pra baixo, que atendem minhas ligações nervosas quando fico doente, que acalmam minha alma só por saber que eles estão por perto.
Camila e Laura Simon… são as que aguentam os meus “tiu-ti” com a mono e que me deram um novo sentido de família, um novo lar.
Laura Weirich… mesmo com suas dúvidas e problemas sempre aturou a minha agonia e atendeu minhas ligações cheias de lágrimas e resmungos.
Édina… mesmo de longe sempre me amou. Isso basta. Também te amo!
Chemale… fez com que eu amasse ainda mais a minha profissão (acabei o amando também, mas enfim… acontece).
Olegário, Ticiano, Marquinhos… escola de jornalismo, 24 hrs por dia.
Mércio… atura as crises e me faz crescer com elas.
Pase… muito mais do que um professor, um amigo para a vida.
Marcelo… meu fisioterapeuta. Sem ele, a mono não iria acontecer, de jeito nenhum!

Sinceramente, 20 segundos não são nada!!!
Já que vai faltar tempo para agradecer o povo aí de cima no depoimento, deixo meu recado por aqui!
VOCÊS NÃO SABEM O QUANTO SÃO IMPORTANTES!