Descobri. É assim que vai ser. Tardes longas. Sábados condenados. Tendinite aguda.
Pois é, comecei a monografia.
Mais uma descoberta! Tenho o corpo de uma idosa. Sim, vai sentir tanta dor assim lá na p*** que p****. Tornozelo podre. Costas condenadas. Braço inútil.
O post termina aqui, pois estou sem força para digitar.
Sim, doutor, eu estou apoiando o braço direitinho.
Aff.
Tentei fugir dela. Disfarçar. Contei até com ajuda da gripe A (quem diria…). Mas não teve jeito, ela chegou.
Não dá para dizer que foi sem avisar. Eu fui comunicada há 3 anos e meio. Porém, a informação foi subitamente ignorada durante tal período. Agora não dá mais para fazer de conta que ela não está aqui.
Pois bem, a monografia chegou. E para passar um tempo. Quatro meses, para ser exata. Vai embora antes do Natal. Uma pena, queria que ficasse para as festividades.
Terça-feira começa meu último semestre de graduação na Famecos (pretendo voltar em breve para uma pós, enfim, planos…). Estou um tantinho nervosa. Vai ser corrido, conciliar trabalho-monografia-disciplinas-francês-esef. But… Vamos lá.
Boa sorte para mim. Quem der apoio moral tem grandes chances de ser convidado para a formatura dia 29 de janeiro!
OBS.: Entende-se por apoio moral qualquer manifestação de carinho em momentos de crise-pânico-choro-desespero. Digitar citações de livros também seria interessante. Além disso, visitas repentinas com comidinhas e bebidinhas para aliviar o estresse são bem-vindas.
Nando Reis é um dos meus vícios. Eu confesso. Não precisa pressionar. Ouço todo dia. Fico emocionada nos mesmos trechos. Destaco os mesmo versos. E não canso.
Algo que admiro no trabalho do cantor é o tom extremamente pessoal que existe em cada letra. As feitas para seus filhos são de uma delicadeza incrível. Só para so é especial para Sophia. Porém, meus ouvidos ignoram tal fato.
“Sofri vendo você pedir
As coisas que eu não pude dar
Sofreu mais do que deveria
Sofro a cada vez que te faço chorar”
Lembro das lições (para não dizer os sermões) do meu pai. Com o argumento de querer o meu bem ele passava a sua visão de mundo. Eu, pouco teimosa que sou, insistia em quebrar a cara. Optei por construir minha própria percepção da vida.
Se fecho os olhos e fico quietinha ainda consigo ouvir as histórias que seu Elton contava na hora de dormir. Persistente, deixava ele dormir e pulava da cama para assistir mais um pouco de TV.
Ele não resistia minhas carinhas cheias de dengo. Aliviava os castigos e as broncas da mãe. Era, e ainda é, meu protetor.
“Me assusta tão igual que somos
Você costura a minha sombra
Eu só queria nessa vida
Aprender saber te amar”
Nove de agosto é o dia dele. Deixo aqui as palavras que não costumo dizer: pai, eu te amo e te admiro muito. A tua filhota cresceu… E por mais teimosa que seja só se arrisca porque sabe que por trás estão os braços fortes de um homem especial. O que nunca vai ir embora.
Aproveito a citação da música para homenagear outros pais importantes. Meu vô amado é um deles. Sempre por perto e preocupado…
Já o outro paizão que faz parte da minha vida agora tem um trecho especial do Nando Reis para ele, não é, Jade?!
“Seu pai é um homem indomável
Um provável homem doce”
Para finalizar, o vídeo de Só para so. Especial do show em Porto Alege. Eu fui!
PEQUENO PROJETO DE JORNALISTA
Espaço para opiniões e reflexões. Seja bem-vindo ao meu infinito particular!